Classificação fiscal de produtos segue como um dos maiores desafios no dia a dia de profissionais de Comércio Exterior

Pesquisa Global de Comércio Exterior da Thomson Reuters expõe dificuldade relatada por 9 em cada 10 profissionais e levanta razões para os acordos de livre comércio ainda serem subutilizados

São Paulo, 27 de abril de 2018 – O comércio exterior ganhou muito espaço nas manchetes nos últimos anos. Seja pela saída dos EUA do acordo do Transpacífico, seja pelas discussões sobre o Brexit e seus impactos na União Europeia. Falando especificamente da operação nas empresas, os dilemas se repetem. Centralizar ou não a gestão? Fazer uso indiscriminado dos acordos de livre comércio? Usar de serviço externo para classificação fiscal? Essas e outras questões foram abordadas pela Pesquisa Global de Comércio Exterior da Thomson Reuters.

Provedora da plataforma ONESOURCE Global Trade Management, a primeira solução de gerenciamento e automação dos processos de comércio exterior no mercado global, a Thomson Reuters realizou uma pesquisa qualitativa com profissionais da área para identificar gargalos e espaços de melhoria nas atividades. No estudo foi identificada a baixa adesão das empresas aos acordos de livre comércio: apenas 23% dos entrevistados de 2016 afirmaram fazer parte de empresas que se utilizaram dos FTA’s (Free Trade Agreement). “Muitas empresas participantes da pesquisa não confiam na consistência e na confiabilidade das determinações e declarações de origem que seus fornecedores apresentam”, afirma Gustavo Felizardo, Gerente de Soluções Corporativas da Thomson Reuters Brasil.

Em 2017, a pesquisa buscou as respostas qualitativas dos números obtidos na edição anterior, onde foram entrevistados os principais executivos do tema em grandes organizações, com a leitura especializada de profissionais que monitoram diariamente o comércio exterior no Brasil e no mundo. Temas frequentemente debatidos, como a centralização de processos, também foram objeto de estudo das equipes de pesquisa. “Embora a centralização gere benefícios líquidos e seja uma prática importante para o comércio exterior, a importância do conhecimento local é crucial e impede que a centralização completa seja realista. No entanto é quase unânime a percepção de que o elemento de governança do comércio exterior pode e deve ser centralizado”, aponta Felizardo.

O principal desafio identificado pelo estudo segue sendo a classificação fiscal. Foi realizada uma observação dedicada sobre os 91% de entrevistados que já haviam relatado esta etapa como um dos seus maiores obstáculos. “O processo de classificação fiscal é centralizado, mas extremamente manual. Uma fonte constante de risco e complexidade para as equipes de comércio exterior, que precisam garantir, por exemplo, que as mudanças regulatórias sejam feitas nas planilhas em tempo hábil. Gerenciar isso em vários países e SKU’s (Unidades de Manutenção de Estoque) manualmente é altamente complexo”, conclui.

A Thomson Reuters oferece ao mercado portfólio completo e integrado de soluções para operação, controle e gerenciamento de comércio exterior. No Brasil disponibiliza as soluções ONESOURCE Global Trade Management para grandes, médias e pequenas empresas de diversos segmentos, que juntas, atendem mais de 1.200 clientes entre os quais estão 350 grupos econômicos mais importantes de diferentes áreas de atuação.

 

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Resultado da aquisição do Reuters Group pela Thomson Corporation em 2008, a Thomson Reuters é a provedora líder mundial de soluções em tecnologia e informação estratégica para empresas e profissionais dos segmentos financeiro, de risco e compliance, jurídico, tributário, contábil e de comércio exterior. Com mais de 45 mil profissionais no mundo (2.200 no Brasil), a empresa utiliza sua expertise global para auxiliar seus clientes a transformarem dados em estratégia, possibilitando otimização na gestão de investimentos, mitigação de riscos e cumprimento de todas as obrigações legais e regulatórias.

Thomson Reuters é o provedor líder mundial de notícias e informação para mercados profissionais. Nossos clientes confiam em nossa companhia para ter acesso à inteligência, à tecnologia e à experiência que precisam para obter respostas confiáveis. A empresa opera em mais de 100 países há mais de 100 anos. As ações da Thomson Reuters estão listadas nas Bolsas de Valores de Toronto e de Nova York. Para mais informações, visite www.thomsonreuters.com.br

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