Em períodos de maior movimento, o volume documental crescia de forma expressiva, o que tornava processos manuais ainda mais pesados e menos previsíveis. Nessas condições, tarefas como baixar XMLs, consolidar arquivos e importar documentos deixavam de ser apenas demoradas e passavam a comprometer a dinâmica do time fiscal como um todo.
Com isso, a área fiscal acabava absorvendo um nível de desgaste incompatível com o papel estratégico que precisava exercer.
Em vez de se dedicar prioritariamente à leitura da legislação, à análise de impactos e ao suporte ao crescimento do negócio, o time era puxado para uma rotina intensiva de produção de informação.
Foi esse contexto que tornou evidente a necessidade de uma operação mais estruturada, com mais fluidez, previsibilidade e capacidade de escala.
A busca por uma solução com sustentação de longo prazo
À medida que os desafios da operação fiscal ficaram mais evidentes, a AVIVA começou a pesquisar alternativas no mercado.
A empresa precisava encontrar uma solução capaz de responder à complexidade do seu contexto, mas também um parceiro com condições de sustentar essa evolução ao longo do tempo.
O ponto central não era apenas encontrar uma solução que entregasse o básico. Esse nível de aderência já era entendido como obrigação mínima de mercado.
O que realmente pesava era a sustentação da ferramenta ao longo do tempo: capacidade de acompanhar mudanças fiscais, responder a necessidades do negócio com agilidade e evitar uma dependência constante de desenvolvimentos caros ou demorados para atender exigências que já deveriam estar contempladas.