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paisagem de piscina com coqueiros e um dai com céu aberto

Case AVIVA: escala fiscal com ONESOURCE Tax One

Entenda como a AVIVA, referência no setor de turismo começou a estruturar uma operação fiscal mais centralizada, escalável e eficiente com o ONESOURCE Tax One.

AVIVA transforma operação fiscal complexa em rotina estratégica, centralizada e escalável

A complexidade fiscal no turismo e na hospitalidade costuma ser subestimada. Por fora, o setor é associado a lazer, atendimento e experiência. Por dentro, porém, ele reúne alto volume transacional, múltiplas naturezas documentais, sazonalidade, diferentes frentes de receita e uma operação que simplesmente não para. 

Em estruturas mais amplas, esse cenário exige que a área fiscal acompanhe o ritmo do negócio sem perder controle, rastreabilidade e capacidade de resposta. Esse contexto ajuda a entender o caso da AVIVA, o maior clube de férias da América do Sul. 

Neste conteúdo, vamos conhecer a estrutura da AVIVA e os fatores que levaram a empresa a buscar uma operação fiscal mais estruturada. 

AVIVA: uma operação de turismo com escala, diversidade e alta complexidade fiscal

A AVIVA é uma empresa brasileira de turismo e entretenimento voltada ao lazer em família. Sua atuação conecta hospedagem, parques e clube de férias em uma mesma plataforma de negócios, com presença em destinos relevantes do turismo nacional e um modelo que articula diferentes experiências sob uma estrutura integrada.

A companhia reúne 12 hotéis e cinco pousadas, soma mais de 2.600 apartamentos e recebe cerca de 2,2 milhões de hóspedes por ano.


Um modelo de negócio que vai além do destino turístico

Essa estrutura ajuda a dimensionar a complexidade da operação. Além da escala, há a diversidade operacional. A rotina da empresa envolve diferentes frentes de negócio, com dinâmicas próprias, alto volume transacional e funcionamento contínuo. Isso inclui comercialização de produtos e serviços, movimentações entre empresas do grupo e circulação de diferentes naturezas documentais, tudo em uma estrutura que precisa sustentar a experiência do cliente sem interrupções.

Expansão e impacto sobre a área fiscal 

Hoje, a atuação da AVIVA se concentra em Goiás e Bahia, com expansão de empreendimentos e uma lógica de crescimento que exige processos preparados para acompanhar novos volumes e novas frentes de operação. Nesse contexto, a área fiscal deixa de atuar apenas nos bastidores e passa a ter papel direto na sustentação da operação. 

Quando uma empresa combina sazonalidade, múltiplos pontos de contato com o cliente, grande volume documental e uma estrutura corporativa ampla, investir em tecnologia deixa de ser uma iniciativa pontual e passa a ser uma decisão necessária para ganhar consistência, previsibilidade e escala.

Foi nesse cenário que a AVIVA decidiu fortalecer sua estrutura com tecnologia, buscando preparar a operação para crescer com mais controle, fluidez e capacidade de resposta diante de uma rotina fiscal naturalmente exigente. 

Para entender como essa jornada se deu na prática, convidamos Marcelo Cezilio do Carmo, Coordenador de Controladoria da AVIVA, e Flavio Henrique Martins de Oliveira Bortolani, Analista Fiscal Sênior, para contar como esse processo aconteceu e quais desafios marcaram esse percurso.

O cenário que levou a AVIVA a investir em estrutura fiscal mais robusta

Se a estrutura da operação já trazia complexidade por si só, a rotina fiscal da AVIVA ainda lidava com dificuldades particulares ligadas à forma como seus sistemas, documentos e processos estavam organizados.

Descentralização e baixa fluidez entre sistemas

A empresa reunia múltiplos softwares conectados a diferentes pontos do negócio, cada um com sua própria lógica de emissão e tratamento de documentos. Isso criava uma estrutura descentralizada, com pouca fluidez entre as origens de dados e a área fiscal, justamente em um ambiente que dependia de controle, consistência e capacidade de resposta. 

O maior impacto que a gente tinha, principalmente falando em parte fiscal, era a descentralização. Cada sistema tem seu motor fiscal, cada sistema gera uma nota fiscal com a sua mensageria específica. No final, eles não eram integrados com o nosso ERP. Então, para fins fiscais, a gente tinha que fazer carga de dados para dentro do sistema de forma manual.” Marcelo Cezilio do Carmo, Coordenador de Controladoria da AVIVA.

Esforço manual para consolidar e tratar informações 

Essa fragmentação exigia um esforço operacional contínuo para consolidar informações, tratar arquivos e transformar bases dispersas em material apto para apuração e cumprimento de obrigações.

Em vez de concentrar energia em análise e acompanhamento fiscal, o time precisava dedicar horas à produção e ao ajuste do dado. O problema, portanto, não estava apenas no volume, mas no tipo de trabalho que a rotina exigia da equipe. 

“A gente tinha que construir uma base no Excel padrão do SPED para poder fazer a importação. O analista tinha que parar seu tempo, verificar o que estava faltando. Isso, em tempo hábil de fechamento, é extremamente custoso.”

Escala, sazonalidade e desgaste da área fiscal 

A pressão aumentava ainda mais por causa da escala e da sazonalidade da operação.

Em períodos de maior movimento, o volume documental crescia de forma expressiva, o que tornava processos manuais ainda mais pesados e menos previsíveis. Nessas condições, tarefas como baixar XMLs, consolidar arquivos e importar documentos deixavam de ser apenas demoradas e passavam a comprometer a dinâmica do time fiscal como um todo.

Com isso, a área fiscal acabava absorvendo um nível de desgaste incompatível com o papel estratégico que precisava exercer.

Em vez de se dedicar prioritariamente à leitura da legislação, à análise de impactos e ao suporte ao crescimento do negócio, o time era puxado para uma rotina intensiva de produção de informação.

Foi esse contexto que tornou evidente a necessidade de uma operação mais estruturada, com mais fluidez, previsibilidade e capacidade de escala.

A busca por uma solução com sustentação de longo prazo

À medida que os desafios da operação fiscal ficaram mais evidentes, a AVIVA começou a pesquisar alternativas no mercado.

A empresa precisava encontrar uma solução capaz de responder à complexidade do seu contexto, mas também um parceiro com condições de sustentar essa evolução ao longo do tempo.

O ponto central não era apenas encontrar uma solução que entregasse o básico. Esse nível de aderência já era entendido como obrigação mínima de mercado.

O que realmente pesava era a sustentação da ferramenta ao longo do tempo: capacidade de acompanhar mudanças fiscais, responder a necessidades do negócio com agilidade e evitar uma dependência constante de desenvolvimentos caros ou demorados para atender exigências que já deveriam estar contempladas.

“Teoricamente, o feijão com arroz toda solução entrega. Mas uma coisa que a gente sempre pesou foi a sustentação da ferramenta.”

Quando a avaliação ganhou direção

A J2R teve papel essencial nessa escolha. Especializada em consultoria fiscal e tributária, com atuação em implementação, integração e sustentação de soluções da Thomson Reuters, a consultoria já atendia a AVIVA e acompanhava sua operação havia anos.

Ao longo desse período, participou de conversas, visitas e discussões sobre caminhos possíveis para a evolução da estrutura fiscal da empresa.

Por já conhecer a atuação da Thomson Reuters, a J2R indicou o ONESOURCE Tax One à AVIVA com base em atributos decisivos para esse contexto, como robustez da solução, governança, atualização regulatória e sustentação de longo prazo.

Quando a gente viu o leque de soluções que a solução tem, a governança que ela tem, aí a gente teve certeza de que era o parceiro que a gente queria.

Uma transição que exigiu “trocar o pneu com o carro andando”

A implantação do ONESOURCE Tax One começou em um contexto desafiador para a operação fiscal da AVIVA. O principal obstáculo não estava apenas na adoção de uma nova solução, mas na necessidade de conciliar essa agenda com uma rotina já exigente.

Ao mesmo tempo em que o projeto avançava, o time precisava continuar atendendo demandas internas, cumprindo obrigações, validando arquivos e sustentando a operação. Na prática, era preciso implantar sem interromper uma área que já operava no limite.

O processo não poderia ser tratado como um evento isolado

Então ele foi conduzido como uma jornada em etapas, com ajustes progressivos e decisões técnicas pensadas para a realidade da empresa.

Ao longo da trajetória, a AVIVA passou pela unificação de ambientes e continuou evoluindo o desenho de integração, com o objetivo de reduzir atritos no uso da ferramenta e aproximar cada vez mais o fluxo fiscal de uma operação mais conectada.

Esse desenho permitiu que a transição acontecesse de forma mais aderente ao contexto da operação, respeitando o ritmo possível de avanço sem perder consistência no processo.

Implementação com suporte próximo

Nesse percurso, a J2R assumiu parte relevante da implementação e ajudou a manter o projeto em andamento sem perder aderência à realidade da AVIVA. Mais do que um suporte pontual, a consultoria passou a atuar como um braço importante da jornada, contribuindo para que a implantação seguisse avançando mesmo sob a pressão do dia a dia fiscal.

Um time aberto à mudança

Mesmo em um contexto desafiador, a implantação não encontrou resistência relevante por parte dos usuários. Pelo contrário, a necessidade de mudança já era percebida com clareza por quem vivia a operação no dia a dia. Isso ajudou a criar um ambiente mais receptivo à nova rotina e favoreceu a adoção ao longo do projeto.

Zero resistência, porque é tantos problemas que qualquer coisa que para poder melhorar já é muita coisa.

Os primeiros resultados

Com a implantação em andamento e o uso da ferramenta já incorporado ao dia a dia, os primeiros resultados começaram a aparecer de forma concreta na operação fiscal da AVIVA.

Menos esforço manual e mais fluidez na operação

Um dos primeiros efeitos percebidos foi a redução da carga operacional envolvida em tarefas de importação e tratamento de documentos.

Rotinas que antes exigiam mobilização de várias pessoas passaram a ser conduzidas de forma muito mais enxuta, com menor impacto sobre o restante da operação e mais previsibilidade para o fechamento.

Além disso, a empresa passou a distribuir melhor essas atividades ao longo do período, em vez de concentrar todo o esforço nos momentos mais críticos do mês.

Tínhamos até seis pessoas baixando XML e importando para o sistema. Hoje uma pessoa já da conta disso.

Processos críticos passaram a acontecer com mais rapidez e estabilidade

Com o novo desenho, atividades como a geração de arquivos passaram a acontecer com muito mais agilidade e estabilidade, sem a mesma exposição a travamentos, lentidão de máquina ou interrupções do ambiente de trabalho.

A geração do arquivo SPED podia levar até quatro horas. Hoje, com o ONESOURCE Tax, levamos cerca de dez minutos. E, se a sua internet cair, ele continua processando em nuvem.

O fiscal começou a sair do modo operacional e voltar à análise

Ao reduzir o peso das tarefas mais mecânicas, a operação começou a abrir espaço para uma atuação mais analítica, com mais atenção à legislação, à consistência das informações e ao acompanhamento do negócio.

Uma transição que ainda está em curso, mas já aparece com clareza no relato do cliente como uma mudança de direção importante para a área fiscal.

A ferramenta nos traz a oportunidade de, realmente, fazer a parte de análise e acompanhar a legislação.

Visão de futuro

Para a AVIVA, o momento agora é de seguir refinando integrações, reduzir ainda mais o esforço residual do time fiscal e tornar mais visível para toda a empresa o valor gerado por essa transformação.

A percepção é de que uma parte importante do caminho já foi percorrida, mas o potencial do projeto ainda deve ficar mais claro à medida que os últimos ajustes forem concluídos.

Desenhamos um modelo na parede e falamos: precisamos alcançar esse resultado aqui. E estamos uns 70% desse ideal já. Agora estamos apertando alguns parafusos e, quando chegar nesse cenário ideal, a percepção de valor ficará ainda mais clara.

Uma parceria que segue fazendo sentido no dia a dia 

Na AVIVA, a gente procura parceiro de verdade, não só um fornecedor para assinar contrato. E a J2R e a Thomson Reuters foram grandes acertos nesse projeto.

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