Relembre as principais tendências jurídicas apresentadas pela Thomson Reuters durante a Fenalaw 2018

Inovação foi o ponto central da experiência da marca na Fenalaw 2018, presente na arquitetura, nas ativações e no conteúdo debatido

Desde sua primeira edição, a Fenalaw, o maior congresso jurídico da América Latina, conta com a presença da Thomson Reuters e suas experiências impactantes. Em 2018, como de costume, o estande da marca foi o maior do evento, oferecendo ações de conteúdo, design thinking, experiências sensoriais, desafios de inovação e muito mais.

A experiência da Thomson Reuters na Fenalaw também reuniu outras iniciativas inovadoras que a marca promoveu ao longo do ano: a presença das startups selecionadas na edição do Accelerator Day for Lawtechs, o lançamento da nova Livraria Digital Revista dos Tribunais, a arquitetura do FLIC – Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters, primeiro espaço de inovação mantido pela Thomson Reuters na América Latina; e o lançamento do teste Onde Está o seu Jurídico.

Na Fenalaw a Thomson Reuters encontrou espaço para construir debates em torno das tendências jurídicas para 2019 durante a segunda edição do Trust Summit. Foram 18 sessões de conteúdo, mobilizando 250 pessoas e 20 palestrantes em temas como análise preditiva, smart contracts, blockchain, Inteligência Artificial, gestão do contencioso, Direito Administrativo, Fake News, Direito Eleitoral, Computational Law, Compliance e LGPD.

Relembre abaixo alguns dos temas abordados no estande que todo profissional do mercado deve ficar atento:

 

Dia 1: De zero a cem em um único dia

Durante o primeiro dia do evento, 24 de outubro, o estande da Thomson Reuters contou com a participação de especialistas de diferentes áreas do Direito durante a segunda edição do Trust Summit. Desde a primeira palestra, o evento abordou os temas mais disputados do Direito e tendência mais buscadas.

Para inaugurar o painel, Patrícia Peck, sócia-fundadora do Patrícia Peck Pinheiro Advogados, expert em Direito Digital e autora pelo selo editorial Revista dos Tribunais, apresentou sobre a “Inteligência Artificial: gestão de riscos e novas regras de proteção dos dados pessoais”. Frente às constantes inovações da Revolução Industrial 4.0, torna-se relevante refletir sobre os aspectos éticos e de segurança que impactam a privacidade das informações dos usuários. Além disso, é importante planejar a implementação dessa nova tecnologia de maneira transparente e devidamente regulamentada.

Em seguida, Victor Linhares, gerente jurídico na FTD Educação, discutiu os desafios relativos a “Pessoas, Processos e Relacionamentos: inovação para departamentos jurídicos”. O desenvolvimento de novos sistemas e softwares para departamentos jurídicos tem demonstrado grande aumento na eficiência e gestão de equipes. Essa é uma das inovações que tem facilitado processos e operações legais aos profissionais do Direito, além de agregar ao diferencial competitivo de muitos escritórios.

Dando continuidade aos debates, Irene P. Nohara, advogada e coordenadora na área de Direito Administrativo na coleção Teses Jurídicas dos Tribunais Superiores, abordou o tema “Democracia, poder e transformação digital: construindo o futuro agora”. O crescente acesso à informação por meio da internet e de novas tecnologias tem influenciado na maneira como o governo mantém sua transparência. O intuito é caminhar em direção a um futuro no qual as pessoas tenham o direito de acesso aos sistemas de fiscalização do poder público, acompanhando e garantindo a aplicação adequada dos impostos e recursos públicos para que todos possam participar das decisões governamentais.

Ainda falando sobre transparência e veracidade, as Fake News foram tema da palestra do autor e professor de Direito da FGV e do Mackenzie, Diogo Rais. Com o título “Fake News e Direito Eleitoral Digital”, Rais reforçou que profissionais jurídicos, que atuam na área eleitoral, precisam estar bem informados e atualizados com as leis do Direito Eleitoral Digital.

O Direito não se exclui das demais profissões afetadas pelo avanço tecnológico. Camila Rioja Arantes, discutiu algumas das principais tendências em “Hackeando o Direito: Jurimetria, Inteligência Artificial, Smart Contracts e Computational Law”. Tais ferramentas e estudos já têm se mostrado como grandes auxiliares e facilitadores na prática legal; atualmente, o sucesso de muitos escritórios e departamentos jurídicos é atribuído a elas.

O uso de recursos tecnológicos é fundamental para o desenvolvimento de negócios, porém também é importante orientar os profissionais do Direito a utilizar essas ferramentas. Christiano Xavier, CEO da Future Law, traz esse conhecimento em “Gestão de equipes jurídicas para o futuro: Cases FLIC”. Além de utilizar ferramentas tecnológicas é preciso integrar as equipes jurídicas nesse processo e administrá-las a fim de atingir melhores resultados.

 

Dia 2: As regulamentações que sustentam a inovação

No segundo dia da Trust Summit, 25 de outubro, Lia Roston, sócia do Leite, Roston, Chaves & Saciotto Advogados deu início aos debates com o tema Inteligência Artificial e Análise de Contratos. Atualmente, já existem algoritmos de revisão de contrato que utilizam Machine Learning capazes de analisar contratos de forma mais rápida e precisa do que advogados experientes e renomados. A adoção desse tipo de ferramenta otimizará processos legais, beneficiando os departamentos jurídicos que poderão investir seus esforços e tempo na gestão e qualidade de suas equipes.

Logo em seguida, Bruno Feigelson, head de futurismo da Future Law, apresentou Lawtechs to watch: Novos mapas desbloqueados. Enquanto em sua palestra Feigelson abordava o novo mindset empreendedor no Direito, como resultado do primeiro Thomson Reuters Accelerator Day for Lawtechs no Brasil, o estande da empresa contou com a presença das startups selecionadas pelo programa. Elas apresentaram conceitos e inovações que podem ser assimiladas ao Legal One, software de gestão jurídica inteligente da Thomson Reuters.

O uso de inteligência artificial (IA) em qualquer tipo de prática requer sua regularização. Assim, Antonio Chavs Abdalla, sócio do escritório Abdalla, Landulfo e Zambrotti Sociedade de Advogados, tratou de falar da Inteligência artificial e Responsabilidade Civil: Entraves para o avanço tecnológico. Apesar de se tratar de uma tecnologia autônoma e inteligente, a IA não é completamente falha. No caso de um erro técnico ou operacional é necessário compreender a quem a responsabilidade deve ser atribuída, assim como as consequências acerca do erro cometido.

Assim como a IA, o compliance é um tópico que tem tomado a atenção dos profissionais no contexto do Direito 2.0. Roberta Codignoto, executiva jurídica e diretora do Instituto Compliance Brasil, apresentou o Cenário do País e das empresas: Demandas e desafios do compliance para 2019, ressaltando que a rápida e constante alteração de leis e regulamentos é um dos principais fatores que dificultam o processo de conformidade de uma empresa. A transformação no ambiente digital também é um desafio, uma vez que as empresas precisam estar de acordo com as novas regulamentações acerca do uso de novas tecnologias.

Chegando próximo ao final do dia, Tathiane Piscitelli, professora de direito da FGV, colunista do Valor Econômico e autora pelo selo editorial da Revista dos Tribunais, trouxe o seguinte assunto: Economia Digital: Tributação do global ao local. O constante avanço tecnológico no ambiente digital continua a transformar a maneira como interagimos com atividades e processos financeiros. Nesse contexto, surge a Economia Digital, que está frequentemente introduzindo novas ferramentas e tecnologias mais eficientes na aplicação e transação monetária. Por isso, é importante estar atento e preparado para as futuras mudanças no atual sistema tributário.

Para encerrar o dia, dois palestrantes se dedicaram ao debate de estratégias de eficiência na gestão do contencioso, em uma das palestras mais disputadas dos três dias. Ana Paula Neves, diretora de Corporate & Government na Thomson Reuters e Luiz Roberto Peroba, sócio da área tributária do escritório Pinheiro Neto. A dupla discutiu a “Gestão do Contencioso: Precisão e Estratégia” e mostrou que investir em um sistema de gestão de contencioso é uma excelente forma de solucionar e prevenir problemas.

 

Dia 3: Encerrando com direcionamento profissional e pessoal

O avanço tecnológico é inevitável e, por isso, a reinvenção de muitas profissões é essencial. A tecnologia realiza determinadas tarefas de maneira muito mais precisa e rápida que humanos, por isso muitas das habilidades antes esperadas passam a não ser mais valorizadas. Assim, existem novas competências que as empresas procuram, como por exemplo, inteligência social, interpessoal e criativa.

O último dia de Fenalaw 2018 foi aberto pela juíza do Trabalho do TRT 2ª região e autora pelo selo editorial Revista dos Tribunais, Thereza Nahas, que discutiu o Futuro do trabalho: Contexto atual e principais tendências de mudança.

O compliance tem ganhado mais relevância devido à atuação corporativa no meio digital e tecnológico. Atualmente, empresas têm buscado formas de se manter devidamente regulamentadas quando se trata do uso de sistemas inteligentes, como é o caso da computação cognitiva. Em vista disso, Alexandre Zavaglia, VP de Educação da Future Law, discutiu isso na sua palestra Os compliances do Futuro: Segurança de dados, Ética e Computação Cognitiva.

Diante o tumultuoso cenário político e econômico do País, é importante discutir formas de auxiliar empresas que se encontram em situações de crise. Com isso, Marcelo Cometti, sócio fundador do escritório Cometti e Figueiredo, coordenador dos cursos de graduação USJT e professor convidado do COGEAE PUC, trouxe ao evento o seguinte tema: A tecnologia em benefício da empresa em crise.

Devido à relevância das recentes alterações na legislação, no que diz respeito à privacidade de dados, Marcio Cots, fundador do COTS Advogados, Professor (FIA) e autor pelo selo editorial Revista dos Tribunais, falou sobre a Lei Geral de Proteção de Dados e GDPR: O que mudou, vai mudar e como estar em compliance. Os ocasionais escândalos em torno do uso indevido de informações de usuários por empresas e invasão de privacidade motivaram muitos países, como o Brasil, a adotar uma nova política e regulamentação que proteja dados pessoais e corporativos. Por isso, conhecer e estar de acordo com a LGPD é de extrema importância para qualquer profissional e empresa.

Em um cenário onde o cliente espera cada vez mais resultados rápidos com o uso mínimo de verba possível, as novas tecnologias possuem um papel fundamental na realização dessas exigências. Com este foco, Antonio Azevedo, sócio da Rancamp Tecnologia e da Relevo Tecnologia, uma das startups selecionadas durante o Accelerator Day for lawtechs, aprofundou o tema na palestra Otimização de Recursos e Aumento de Produtividade através de Inteligência Artificial e Machine Learning.

A ambição por uma carreira de prestígio e status financeiro é algo que está mudando no universo do Direito. Eduardo Ludmer, advogado, autor, palestrante e mestre em Direito pela Universidade Hebraica de Jerusalém, aborda esse assunto em seu painel Legal Change Makers: Transformando o mindset do Direito. Movidos pela premissa de que profissionais do Direito devem utilizar seus conhecimentos e habilidades para fazer a diferença e impactar mundo de maneira positiva, essa nova linha de pensamento deve ser levada em consideração.

Foram três dias de muito conteúdo e aprendizado que vão levar os profissionais do direito a práticas #SemPrecedentes. E enquanto aguardamos a próxima edição da Fenalaw, deixe nos comentários qual foi o conteúdo que mais impactou sua experiência no evento de 2018 – e suas expectativas para 2019.

 

 

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