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August 23, 2018

Home office e a mudança de planos do advogado do futuro

Realizar o sonho de fazer a gestão jurídica em remotamente é cada vez mais possível para quem deseja ser hoje o advogado do futuro.

Há poucos anos, o projeto de um aspirante a advogado era bastante comum: prestar vestibular, estagiar, se formar, conquistar a carteirinha da OAB (Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil) e abrir ou trabalhar em um escritório. Mas, a crescente presença da tecnologia mudou quase tudo para o advogado do futuro.

Ter uma boa formação e conseguir o registro continua sendo essencial para exercício ativo da profissão, além da capacidade de se adaptar e ler muito bem cenários em contínua transformação. Mas, quem disse que é necessário montar um escritório ou depender de um?

Hoje, a tecnologia permite a muitos advogados realizar a gestão jurídica de modo remoto, parcial ou integralmente. Ou seja, você até pode querer manter uma sala comercial para atendimento, mas não precisaria estar preso a ela para cumprir todas as tarefas da sua prática jurídica.

O interesse pelo home office cresce em todos os cantos do Brasil e do mundo, nas mais diversas áreas de atuação. Muitas pesquisas têm se debruçado sobre o tema e os resultados são reveladores.

Pelo menos uma vez por semana, mais de 60% dos executivos trabalham remotamente, é o que apurou pesquisa da MindMetre Research. Mas, muito além dos cargos de liderança, a estimativa da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades (SobraTT) é a de que o home office já conquistou 12 milhões de profissionais no País.

A SobraTT vem incansavelmente divulgando a mudança de paradigma e aponta que o exercício remoto das atividades laborais já foi escolhido por 55% dos trabalhadores corporativos.

Na área jurídica, o home office se transforma no escritório do advogado do futuro. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) permite em suas normas disciplinares a prática do trabalho remoto parcialmente ou totalmente, desde que trabalhadores sejam comprovadamente mais produtivos.

Quer saber mais sobre assunto? Então, a seguir você descobre os benefícios, alternativas e dicas para chamar sua casa ou qualquer outro lugar de escritório.

3 benefícios da gestão jurídica remota

Ao decidir que home office é uma escolha possível para o seu trabalho, o profissional do direito conquistará, de imediato, três benefícios:

1.    Diminuição de gastos com gasolina e passagem;

2.    Mais tempo dedicado aos processos, contratos e rotinas jurídicas;

3.    Estrutura de trabalho mais enxuta e econômica, sem a necessidade de alguém responsável pela manutenção e gestão do espaço físico.

De imediato, você deixa de ser um dos 63% de brasileiros que perde mais de meia hora para chegar ao trabalho. E esse é um benefício que se desdobra em outros, como a diminuição do risco de sofrer um acidente ou se expor à violência em grandes cidades.

Claro que, na ponta do lápis, você economizará com combustível e evitará o desgaste do seu veículo. O impacto positivo continua a se desenhar em números, quando você percebe que não precisa manter uma estrutura pesada para cumprir a gestão jurídica. O advogado do futuro consegue trabalhar com mais leveza.

E, para isso, a tecnologia assume um papel essencial. Um sistema de gestão jurídica, por exemplo, alivia a rotina do escritório ao integrar informações com outros advogados, analistas e até clientes. Assim, compartilhar as mesmas paredes ou contar com suportes físicos para compartilhamento de informações necessárias passa a ser algo secundário. O que significa que seu dia a dia pode ficar mais leve e que você tem a possibilidade de avançar em direção ao futuro.

Neste cenário futurista, a rotina do profissional do Direito 2.0 se torna 15% mais produtiva e a dos membro da sua equipe também.

Quer saber mais sobre novas formas de interação com processos do su escritório? Acesse gratuitamente o white paper Seis Motivos para Você Migrar o seu Escritório para a Nuvem.

Mas, você deve estar se perguntando: onde fica o cliente nessa história?

Outra opção dos novos tempos: Coworking

Para responder à sua pergunta, o paradigma de home office se completa no coworking. Os espaços compartilhados são a melhor opção para manter a estrutura enxuta e a leveza orçamentária. Ao invés de ter um escritório próprio, você pode optar por compartilhar ambientes com outras empresas.

E não tem nada de bagunça ou desorganização.

Coworkings são também negócios que fornecem estrutura de trabalho como serviço. É como terceirizar o uso de um espaço. Isso exime você de ter que investir em marcenaria, decoração, luz, água, telefone, internet ou aluguel. Basta pagar uma taxa fixa para ter acesso a tudo isso.

Para o profissional que precisa receber clientes, é importante escolher uma sala privada e ter acesso um espaço maior, voltado a reuniões. Além de contar com os serviços de suporte do espaço. Sua rotina fica muito mais dinâmica e esse é um modelo ideal de trabalho para o escritório de advocacia que precisa reduzir custos.

Se a visita de clientes não for frequente, basta escolher um lugar à mesa compartilhada e usar os serviços de secretaria do coworking. Para quem está começando a carreira, esse é o impulso que faltava, já que é possível solicitar que sejam anotados recados e agendar reuniões com os clientes em salas reservadas. Nessa versão, o espaço compartilhado fica ainda mais econômico.

É como um escritório, mas você não paga a conta sozinho. A rotina jurídica fica mais simples quando a estrutura é compartilhada!

Essa tendência vem se consolidando, já que a criação desses espaços aumentou em 114% entre 2016 e 2017, de acordo com o Censo Coworking Brasil. No Brasil, São Paulo é cidade que mais investe nesse modelo de serviço.

Mais de 65% dos espaços compartilhados, já disponibilizam endereço fiscal como parte da oferta. Isso significa que você não precisa colocar a sua casa como sede do escritório.

Aliar home office e Coworking é uma opção que o advogado do futuro já pode considerar hoje. E, para ter sucesso nessa escolha, algumas dicas podem ajudar.

Dicas para ter sucesso ao ser Home Office

Quem opta pelo Direito como profissão precisa reafirmar essa escolha todos os dias, com uma consistente visão do profissional que quer ser. São, geralmente, profissionais autogerenciáveis e com forte resiliência empreendedora.

Confira 7 dicas que podem ajudar a sua mudança de modelo de trabalho:

1.        Use a tecnologia: hoje o mercado tem sistemas de gestão jurídica que integram o escritório. Escolha um e não deixe de usufruir de ferramentas de comunicação como salas de reuniões digitais e outros benefícios que você pode encontrar até gratuitamente.

2.      Escolha um espaço da casa para trabalhar: priorize o silêncio e a construção de uma rotina sem distrações.

3.      Identifique um serviço de coworking: nessa escolha avalie a estrutura, o preço e a proximidade da sua casa ou dos seus clientes.

4.      Tenha disciplina: estabelecer horários é fundamental. Você até pode se dedicar menos horas, desde que construa uma rotina focada nos resultados.

5.      Converse com o cliente sobre esse novo modelo: é sempre bom esclarecer à clientela essa nova rotina de trabalho, assim não resta espaço para insegurança e todos sabem que vão poder lhe encontrar.

6.      Esteja no ambiente profissional: escolher um dia da semana para ir ao escritório físico pode ser produtivo para cumprir agendas de reunião. Então, eleja um momento para essa rotina e para outras tarefas que exijam a sua presença e interação com os demais membros da equipe.

7.       Frequente espaços de inovação: Participe dos hubs e think tanks do setor, para acompanhar inovações, fortalecer o networking e ampliar o seu repertório, mostrando aos clientes que, mesmo sem um escritório físico, sua presença é notada no setor.

O advogado do futuro coloca em prática essas dicas e participa das transformações que o mercado exige. Comece pela tecnologia, ao investir em um sistema de gestão jurídica.

Assim, seu escritório fica digitalmente integrado e você pode fazer a transição para o modelo de trabalho remoto gradativamente, dica após dica.

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