A digitalização do consumo de conteúdo pela área jurídica

A evolução digital tem impactado o mundo o qual conhecemos.
A evolução digital tem impactado o mundo o qual conhecemos. E o setor jurídico não fica de fora. Confira como a evolução do consumo de conteúdo e como a digitalização dos livros e manuais pode levar mais eficiência para os escritórios.  

A tecnologia está em constante evolução; e todas estas mudanças e inovações causam grandes impactos no mundo como o conhecemos hoje. Mas esta não é nenhuma novidade, não é mesmo? 

A novidade que talvez não esteja tão clara assim é sobre quais tipos de impactos a tecnologia causa em cada setor da economia.

Existem os assuntos óbvios, constantemente em discussão, como as novas formas de trabalho, por exemplo. Mas outros tópicos são bem menos abordados, como o reflexo da tecnologia no consumo de conteúdo e de que forma estas mudanças impactam diretamente a área jurídica

No decorrer deste post, faremos uma análise da evolução do consumo de conteúdo, mostrando diretamente as vantagens que o setor jurídico tem notado com a revolução digital em seu cotidiano.

Panorama sobre o consumo de conteúdo

Os primórdios da transmissão de conteúdos não envolviam o uso de papel. Na Mesopotâmia, perto do ano de 3.200 a.C., o povo sumério utilizava blocos de argila para inscrever leis, informações diversas e poesias.

Próximo dos anos 2.500 a.C., os egípcios descobriram que ao cortarem o caule do papiro em tiras finas, molhá-las, sobrepô-las e passá-las por processos de achatamento e alisamento, o material final poderia ser útil. Coladas umas nas outras, as pessoas da época podiam inscrever informações e carregá-las facilmente enroladas ou amontoadas. 

Apenas na Idade Média que o papel como o conhecemos hoje chegou à Europa, porém, como a imprensa ainda não havia sido descoberta, os livros eram escritos um a um por monges. Cada volume demorava cerca de um ano para ser finalizado e apenas pessoas da realeza, mestres e estudantes tinham acesso a eles.

Com a criação da imprensa por Guthemberg, na década de 1430, os livros passaram a ser produzidos com muito mais rapidez. Isto é, ficou mais fácil e barato para a população europeia ter acesso ao conteúdo impresso, ao mesmo tempo em que os governos da época passaram a criar medidas de incentivo à fabricação e comercialização dos livros.   

Mesmo após a invenção da imprensa, o consumo de conteúdo só se tornou realmente abrangente e popular após a Revolução Industrial no século XVIII. As máquinas de impressão tornaram todo o processo de fabricação de livros automático, aumentando exponencialmente o número de edições e tiragens. 

A partir daí, a evolução da tecnologia foi essencial para o surgimento e acesso fácil e barato a conteúdos impressos e, sobretudo, digitais.

Consumo de conteúdo x área jurídica

Como foi dito na introdução deste post, a revolução digital impacta a forma com que todos os setores da economia realizam suas atividades. Isso quer dizer que quem ainda prefere se manter conservador e exercer suas funções de modo manual pode estar com os dias contados num mercado tão concorrido.

Os chamados consumidores 4.0 conhecem seus direitos, são imediatistas, práticos e exigentes. O fácil acesso à internet e ao consumo de conteúdo permite que eles conheçam diversas marcas diferentes e saibam que tipo de prestação de serviços procuram. É claro que se tudo isso não corresponder às expectativas deles, rapidamente buscam serviços melhores em outros escritórios.

A área jurídica também tem sido fortemente impactada com a revolução digital. Os diversos profissionais já contam com soluções em nuvem que facilitam o acesso, tanto do advogado quanto dos clientes, aos processos. Além disso, esta tecnologia também garante mais organização, eficiência e segurança.

É claro que a transformação digital na área jurídica vai muito além da computação em nuvem, mas o foco desta discussão é o consumo de conteúdo, e certamente esta tecnologia é uma grande facilitadora nesta questão. 

A profissão jurídica, por si só, sempre foi burocrática, analógica e trabalhosa. Isto porque os processos são longos e envolvem uma série de pesquisas, atualização e reflexões acerca dos problemas.

E buscar estes tipos de dados em extensos livros, manuais e códigos comentados nunca foi uma tarefa rápida, não é mesmo? 

Graças à revolução digital, tudo isso ficou para trás. Atualmente já é possível adquirir plataformas de conteúdo digital como a Biblioteca Digital ProView, da Thomson Reuters

Que tal conhecê-la um pouco melhor?

Novas formas de consumir conteúdo jurídico

A Thomson Reuters é uma importante empresa que busca reinventar a maneira com que os profissionais trabalham. Suas equipes de profissionais são especialistas em diversos mercados como Tributário, Comércio Exterior, Contábil e Jurídico e, por isso, conhecem bem os gargalos de cada tipo de organização. 

A Biblioteca Digital ProView, por exemplo, reúne, em seu acervo, livros e periódicos de linguagem simples e metodologia inovadora, garantindo qualidade e produtividade em sua rotina acadêmica ou profissional.

Os profissionais da área jurídica terão à disposição as principais obras do Direito, como códigos comentados, manuais, monografias, conteúdo científico, e doutrinas dos mais renomados autores da Revista dos Tribunais.

Além disso, a Biblioteca Digital ProView ainda garante praticidade e flexibilidade aos usuários. Os títulos do selo editorial Revista dos Tribunais podem ser consultados remotamente, sem depender de instalações físicas.

O consumo de conteúdo mudou, chegou a hora de deixar os longos e ineficientes processos analógicos no passado. E a melhor forma de atualizar sua prestação de serviços é aproveitando as vantagens da revolução digital e levando mais produtividade e eficiência para seu departamento jurídico. 

Acesse o site da Thomson Reuters e conheça mais de perto como a ProView pode ajudá-lo na digitalização do seu departamento jurídico!

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