9 insights da Lawtech para redefinir sua prática jurídica

Na quinta-feira (23) aconteceu em São Paulo a Lawtech Conference 2019 – um dia decisivo para reprogramar seu mindset.

O Brasil tem mais advogados e faculdades de direito no mundo. E a Lawtech Conference 2019 é um evento que veio com a proposta de indicar como a tecnologia pode ajudar advogados e escritórios de advocacia a solucionar os principais problemas enfrentados atualmente no setor.

O setor jurídico no Brasil passa por vários problemas ligados à burocracia, lentidão e ineficiência. 80 milhões de processos parados nos tribunais e 1,1 milhão de advogados tornam o mercado brasileiro super competitivo. Porém, ainda existe pouca tecnologia nos processos do setor, mas elas já existem e podem tornar a vida de juristas e advogados muito mais fácil.

O Direito ainda não está pronto para o ganho e crescimento em escala, o que nos coloca em um cenário repleto de oportunidades e transformações futuras. Por isso, listamos nessa matéria os principais insights da Lawtech para redefinir sua prática jurídica. Veja a seguir:

 

1 - Urge a necessidade de termos especialistas em dados e data-driven, visto que o progresso e direcionamento de ações são alcançados quando nos baseamos em dados, e não só em intuição e experiências pessoais.

O conceito de uma gestão empresarial baseada em data-driven é focar no bom tratamento de dados e aproveitamento de suas informações, podendo a partir disso tirar conclusões, prever cenários e reunir embasamento para direcionar estratégias corretamente na tomada de decisão.

 

2 - A velocidade de acesso e troca de informações em ritmo acelerado permitem com que novas tecnologias cresçam em ritmo exponencial.

Um fato citado por Bruno Feigelson, da AB2L e da Future Law, é que 50% dos escritórios de advocacia americanos já adotaram Inteligência Artificial na otimização de seus processos. Em suas palavras: “Advogado não foi feito para fazer trabalho de papel”.

Para isso, é crucial contar com as novas tecnologias, visto a importância de os escritórios de advocacia e departamentos jurídicos terem um bom software de gestão jurídica que otimizem processos, auxiliem a gestão e permitam que os advogados resolvam com mais facilidade as burocracias.

 

3 - Explorar a inteligência cognitiva é a capacidade de cada indivíduo de interpretar os estímulos do ambiente no qual está inserido e também buscar novos conhecimentos e desafios para manter a mente trabalhando. Em suma, sabemos que é necessário podermos nos permitir a ter mais prazer no trabalho, aprimorar a desenvoltura na resolução de problemas, linguagem e estimular a criatividade são formas de desenvolver isso e estar em aprendizado constante.

 

4 - Foco em UX (User Experience), com o mercado em transformação, cada vez mais passa a ser parte da tarefa das empresas e escritórios encantar os clientes e oferecer serviços focados na experiência do cliente.

 

5 - Falando em Legal Design, podemos dizer que, atualmente, o design auxilia para que possamos antecipar e direcionar decisões. A tecnologia tem sido de extrema valia para desvendarmos cenários e termos um mapa completo do contexto de determinado problema.

Um exemplo é a forma com que robôs clusterizam informações e arquivos conforme o seu tema. Isso já é realidade e permitiria que o Supremo economize dois anos em agrupamento de temas dos processos, dentre outras coisas.

Em um ano, irão surgir novas tecnologias, como por exemplo a implementação de sistemas e softwares para que as pessoas exerçam seu direito com mais facilidade, inclusive o direito de consultar e fazer uma pesquisa de processos com seus dados pessoais.

 

6 - Visual Law, a estruturação de documentos jurídicos de forma interativa e visual. O mundo é das plataformas digitais, nos adequar a elas e otimizar documentações é crucial para acompanhar as transformações do mercado.

 

7 – Blockchain, a evolução das transações em rede vai transformar as relações que temos hoje, modificando cenários, inclusive o jurídico.

8 – O Big Data refere-se a grandes conjuntos de dados que precisam ser processados e armazenados de alguma forma, para que coletemos informações de mercado. O Big Data é estruturado por três pontos centrais: 1. Se alimenta de dados 2. Possui alta capacidade de processamento 3. Tem sua acessibilidade na Nuvem, o que otimiza o armazenamento e o acesso as informações.

Isso apresenta, ao mesmo tempo, um desafio e uma oportunidade no cenário jurídico brasileiro, visto que temos um volume de dados muito grande, e as plataformas que auxiliem na resolução de gargalos são de imensa valia.

Tecnologia vem para empoderar e aumentar a capacidade do advogado de resolver problemas complexos.

9. Por fim, diretrizes para empresas e escritórios de advocacia ao adotar uma nova tecnologia: foque no problema a ser resolvido. O ideal é que você identifique qual o problema enfrentado pela sua empresa e para que você precisa de um software, a partir disso encontrará algo que ofereça a solução.

Almejar uma plataforma que resolva todos os seus problemas quando você não sabe identificá-los é uma tarefa muito mais trabalhosa e você pode vir a contratar algo que não atenda as suas necessidades com precisão.

 

 

 

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