Thomson Reuters divulga resultados do segundo trimestre de 2018

TORONTO, 8 de agosto de 2018 – A Thomson Reuters (TSX/NYSE: TRI) divulgou hoje os resultados do segundo trimestre, encerrado no dia 30 de junho de 2018, e reafirmou a perspectiva do ano completo de 2018 que foi apresentada no dia 11 de maio de 2018. A empresa também anunciou que a venda planejada de 55% de participação no negócio Financial & Risk (F&R) para fundos de ações administrados pela Blackstone deve ser fechada no início do quarto trimestre de 2018.

"Estou satisfeito com os resultados do quarto trimestre e do primeiro semestre, que nos colocam a caminho de entregar um ano sólido", disse Jim Smith, presidente e CEO da Thomson Reuters. "Após o fechamento da parceria com a Blackstone, a Thomson Reuters estará bem posicionada para fortalecer e ampliar nosso negócio.  Temos posições de liderança e ferramentas essenciais nos principais mercados. Acredito que temos um futuro brilhante fazendo o que fazemos melhor: combinar informações, tecnologia e conhecimento humano para dar respostas confiáveis."

 

Destaques financeiros consolidados – Três meses encerrados em 30 de junho

Salvo indicação em contrário, todos os resultados se referem a operações em andamento, excluindo os resultados da unidade de negócios Financial & Risk (F&R) da empresa. Para fins do relatório de 2018, F&R é classificada como uma operação encerrada, a Reuters News é um segmento de relatório e os resultados do ano anterior foram reorganizados para refletir isso.

 

Três meses encerrados em 30 de junho

(Milhões de dólares americanos, exceto margem de EBITDA ajustado e EPS)
(não auditado)

(1) Além dos resultados de acordo com as Normas internacionais de relatórios financeiros (IFRS), a empresa usa algumas outras medidas financeiras como indicadores complementares do desempenho operacional e da posição financeira. Essas e outras medidas financeiras, que não sejam das IFRS, são definidas e reconciliadas com as medidas das IFRS mais comparáveis nas tabelas em anexo a este comunicado à imprensa.

As receitas aumentaram em 2% devido ao aumento das receitas recorrentes. A moeda estrangeira não teve impacto sobre o crescimento da receita.  

O lucro operacional diminuiu 6% devido principalmente a custos e investimentos despendidos para reposicionar a Thomson Reuters antes da separação da F&R da empresa.

  • O EBITDA ajustado diminuiu 8% e a margem diminuiu para 26,5%, refletindo os mesmos fatores.

O lucro por ação diluído (EPS) aumentou devido ao aumento dos ganhos líquidos advindos do negócio F&R. Os ganhos líquidos aumentaram principalmente porque os ativos da F&R retidos para venda não se depreciaram, e devido ao benefício de ajustes de valor justo associados a derivativos em moeda estrangeira, integrados em alguns contratos com clientes de F&R.    

  • O EPS ajustado, que exclui operações encerradas, foi de US$ 0,17, com diminuição de US$ 0,02 por ação, ou 11%, devido à diminuição do EBITDA ajustado.

O fluxo de caixa de operações diminuiu US$ 31 milhões devido principalmente ao aumento de impostos e de pagamentos de juros.

  • O fluxo de caixa livre diminuiu US$ 25 milhões, refletindo o mesmo fator.

 

Destaques por unidade de negócios – Três meses encerrados em 30 de junho

(Milhões de dólares americanos, exceto margens de EBITDA ajustado)
(não auditado)

n/a: não se aplica
(1) Inclui determinadas partes do negócio de Risk (Regulatory Intelligence and Compliance Learning) que serão retidas pelo segmento Legal em conexão com a venda proposta de 55% do negócio de F&R. Esses negócios geraram aproximadamente US$ 69 milhões em receita anual em 2017.

Salvo indicação em contrário, todas as comparações de crescimento de receita por unidade de negócios neste comunicado à imprensa são em moeda constante (ou excluem o impacto de moeda estrangeira), pois a Thomson Reuters acredita que esse método oferece a melhor base para medir o desempenho.

 

Legal

As receitas aumentaram 2% para US$ 882 milhões.

  • As receitas recorrentes cresceram 4% (73% do total).
  • As receitas de impressão globais diminuíram 5% (18% do total).
  • Não houve alteração nas receitas de transações (9% do total).

O EBITDA ajustado diminuiu 1%, para US$ 321 milhões.

  • A margem diminuiu de 37,9% para 36,4% devido a investimentos em produto e em marketing, incluindo custos relacionados ao desenvolvimento e lançamento, em julho, da Westlaw Edge, uma nova plataforma de pesquisa jurídica que utiliza inteligência artificial avançada. Em moeda constante, a margem diminuiu 140 pontos básicos.

 

Tax & Accounting

As receitas aumentaram 4% para US$ 359 milhões.

  • As receitas recorrentes cresceram 4% (77% do total).
  • Não houve alteração nas receitas de transações (20% do total).
  • As receitas de impressão cresceram 9% (3% do total).

O EBITDA ajustado diminuiu 12%, para US$ 91 milhões.

  • A margem diminuiu de 29,4% para 25,3%, devido principalmente a encargos em um contrato de longo termo no negócio de Governo.
  • Devemos lembrar que Tax & Accounting é um negócio sazonal, e quase 60% de suas receitas em todo o ano são, tradicionalmente, geradas no primeiro e quarto trimestres. Portanto, o desempenho da margem deste negócio é geralmente mais fraco no segundo e no terceiro trimestre, pois os custos são lançados de maneira mais linear ao longo do ano. A empresa estima que a margem total de 2018 de Tax & Accounting estará alinhada à margem do ano anterior, ou um pouco maior.

 

Reuters News

As receitas foram de US$ 72 milhões, em comparação com US$ 74 milhões no período do ano anterior, devido à diminuição das receitas de transações.

Quando a transação da F&R for finalizada, a Reuters News e a nova parceria F&R celebrarão um acordo de 30 anos para que a Reuters News forneça notícias e conteúdo editorial à parceria por um mínimo de US$ 325 milhões por ano. As receitas da Reuters News não incluirão pagamentos de F&R até que a transação seja finalizada.

  • As receitas recorrentes diminuíram 2% (89% do total).
  • As receitas de transações diminuíram 25% (11% do total).

O EBITDA ajustado foi de US$ 8 milhões, diminuição de US$ 1 milhão em relação ao período do ano anterior.

  • A margem diminuiu de 12,2% para 11,1%. Em moeda constante, a margem diminuiu 210 pontos básicos.

 

Corporate

Os custos de Corporate no nível de EBITDA ajustado foram de US$ 72 milhões, em comparação a US$ 57 milhões no período do ano anterior (até 26%). Como já anunciado, isso se deve a investimentos despendidos para reposicionar a Thomson Reuters antes da separação da F&R da empresa. Esses investimentos em dinheiro deverão ser lançados em 2018 e 2019.

 

Financial & Risk – Operação encerrada

(Milhões de dólares americanos, exceto margem de EBITDA ajustado)

(1) Exclui determinadas partes do negócio Risk (Regulatory Intelligence and Compliance Learning) que serão retidas pelo segmento Legal em conexão com a venda proposta de 55% do negócio F&R. Esses negócios geraram aproximadamente US$ 69 milhões em receita anual em 2017.
(2) Além dos resultados de acordo com as IFRS, a empresa usa algumas outras medidas financeiras como indicadores complementares do desempenho operacional e da posição financeira. Essas e outras medidas financeiras, que não sejam das IFRS, são definidas e reconciliadas com as medidas das IFRS mais comparáveis nas tabelas em anexo a este comunicado à imprensa.

As receitas aumentaram 2%, para US$ 1,6 bilhão, incluindo o impacto da adoção de uma nova norma contábil, IFRS 15.  De forma orgânica, as receitas aumentaram 3%.

  • As receitas recorrentes cresceram 2% (77% do total).
  • As receitas de transações cresceram 7% (15% do total). De forma orgânica, as receitas de transações cresceram 14%.
  • As receitas de recuperações diminuíram 3% (8% do total).

O EBITDA ajustado aumentou 3%, para US$ 472 milhões.

  • A margem diminuiu de 30,5% para 30,4%. Em moeda constante, a margem aumentou 50 pontos básicos.
  • O EBITDA ajustado inclui US$ 39 milhões em custos relacionados à separação do negócio. Excluindo esses custos, o EBITDA ajustado aumentou 13%, e a margem aumentou 300 pontos básicos, devido principalmente ao aumento das receitas de transações.

O fluxo de caixa de operações, basicamente, não apresentou alterações em relação ao período do ano anterior.

  • O fluxo de caixa livre diminuiu 8%, pois o EBITDA ajustado mais alto foi compensado pelo aumento das despesas de capital e pelos custos relacionados à transação da F&R.

 

Destaques financeiros consolidados – Seis meses encerrados em 30 de junho

(Milhões de dólares americanos, exceto margem de EBITDA ajustado e EPS)
(não auditado)

n/s – não significativo
(1) Além dos resultados de acordo com as IFRS, a empresa usa algumas outras medidas financeiras como indicadores complementares do desempenho operacional e da posição financeira. Essas e outras medidas financeiras, que não sejam das IFRS, são definidas e reconciliadas com as medidas das IFRS mais comparáveis nas tabelas em anexo a este comunicado à imprensa.

As receitas aumentaram em 3% devido ao aumento das receitas recorrentes e a um impacto positivo de moeda estrangeira.  

  • Em moeda constante, as receitas aumentaram 2%.

O lucro operacional diminuiu 4%, devido a custos e investimentos despendidos para reposicionar a Thomson Reuters antes da separação da F&R da empresa.

  • O EBITDA ajustado diminuiu 2%, e a margem diminuiu para 28,9%, refletindo os mesmos fatores.

O EPS diluído diminuiu 40%, refletindo um encargo fiscal adiado de US$ 812 milhões, cuja maior parte foi registrada no primeiro trimestre de 2018, relacionado à venda proposta de participação de 55% no negócio F&R. O encargo fiscal deve ser registrado quando se considera um negócio à venda pela primeira vez, e não quando a venda é concluída. A empresa estima que um pagamento fiscal em dinheiro de cerca de US$ 300 milhões virá mais tarde em 2018, relacionado à finalização da transação, sendo o restante adiado até que a empresa aliene sua participação de 45% na nova parceria.

  • O EPS ajustado, que exclui operações encerradas, foi de US$ 0,44, sem alteração em relação ao período do ano anterior.   

O fluxo de caixa de operações aumentou US$ 756 milhões, principalmente porque o período do ano anterior incluiu uma contribuição previdenciária de US$ 500 milhões, além de pagamentos rescisórios menores.

  • O fluxo de caixa livre aumentou US$ 680 milhões, refletindo fatores semelhantes.

 

Destaques por unidade de negócios – Seis meses encerrados em 30 de junho

(Milhões de dólares americanos, exceto margens de EBITDA ajustado)
(não auditado)

n/a: não se aplica

(1) Inclui determinadas partes do negócio Risk (Regulatory Intelligence and Compliance Learning) que serão retidas pelo segmento Legal em conexão com a venda proposta de 55% do negócio F&R. Esses negócios geraram aproximadamente US$ 69 milhões em receita anual em 2017. n/a: não se aplica

Financial & Risk – Operação encerrada

(Milhões de dólares americanos, exceto margem de EBITDA ajustado)
(não auditado)

(1) Exclui determinadas partes do negócio Risk (Regulatory Intelligence and Compliance Learning) que serão retidas pelo segmento Legal em conexão com a venda proposta de 55% do negócio F&R. Esses negócios geraram aproximadamente US$ 69 milhões em receita anual em 2017.  
(2) Além dos resultados de acordo com as IFRS, a empresa usa algumas outras medidas financeiras como indicadores complementares do desempenho operacional e da posição financeira. Essas e outras medidas financeiras, que não sejam das IFRS, são definidas e reconciliadas com as medidas das IFRS mais comparáveis nas tabelas em anexo a este comunicado à imprensa.

 

Dividendo e recompras de ações; boletim dos procedimentos da transação do Financial & Risk

Em janeiro de 2018, o conselho diretor da Thomson Reuters aprovou um dividendo anual de US$ 1,38 por ação ordinária para o ano. Um dividendo trimestral de US$ 0,345 por ação será pago em 17 de setembro de 2018 a acionistas ordinários registrados em 16 de agosto de 2018.

Anteriormente, a Thomson Reuters assinou um acordo definitivo para vender 55% de participação no negócio Financial & Risk e estabelecer uma parceria estratégica com fundos de ações privados gerenciados pela Blackstone. Canada Pension Plan Investment Board e uma afiliada da GIC investirão juntamente com a Blackstone. A Thomson Reuters receberá aproximadamente US$ 17 bilhões em lucro bruto quando da finalização (sujeito a ajustes no preço de compra) e manterá participação de 45% no negócio. Estima-se que a transação será finalizada no início do quarto trimestre de 2018, estando sujeita às aprovações regulatórias especificadas e às condições comuns de finalização. Praticamente todas as aprovações regulatórias necessárias foram recebidas neste momento.     

A empresa recomprou 9,1 milhões de ações durante o segundo trimestre, a um custo de US$ 359 milhões no programa de recompra de US$ 1,5 bilhão, que está sendo realizado na licitação de emissor de curso normal (NCIB) da empresa. A empresa não recomprou ações no primeiro trimestre.

Atualmente, a empresa espera usar entre US$ 9 bilhões e US$ 10 bilhões do lucro bruto estimado de US$ 17 bilhões da transação da Financial & Risk para retornar capital aos acionistas. Uma parte significativa do retorno deverá se dar por meio de uma oferta de emissor/licitação substancial feita a todos os acionistas, que poderá ter valor maior do que o valor de mercado das ações da empresa à época.  A acionista principal da empresa (Woodbridge) deverá participar, de forma pro rata, da oferta de emissor/licitação substancial. As recompras de 2018 do programa NCIB anteriores à finalização da transação serão incluídas nos retornos previstos aos acionistas de US$ 9 bilhões e US$ 10 bilhões.

O preço que a Thomson Reuters pagará pelas ações nas transações de mercado aberto do NCIB será o valor de mercado no momento da compra, ou outro preço que possa ser eventualmente autorizado pela Bolsa de Valores de Toronto. A quantidade de ações que a Thomson Reuters recomprará no programa de recompra de US$ 1,5 bilhão dependerá do momento da finalização da transação e de outros fatores, como condições de mercado, preço das ações e outras oportunidades para investir capital para crescimento. A Thomson Reuters pode optar por suspender ou encerrar as recompras a qualquer momento, de acordo com as leis vigentes.

A empresa espera usar entre US$ 3,0 bilhões e US$ 4,0 bilhões do lucro da transação proposta da Financial & Risk para repagar débitos, o que lhe permitirá ficar substancialmente abaixo da meta de taxa de alavancamento (débito líquido / EBITDA ajustado) de 2,5:1.

Como divulgado anteriormente, a empresa pretende utilizar os demais US$ 1,0 bilhão a US$ 3,0 bilhões do lucro para financiar aquisições estratégicas direcionadas, a fim de melhorar suas posições em importantes segmentos de crescimento dos negócios Legal Professionals, Tax Professionals e Corporates.

A empresa também espera usar entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2,5 bilhões para impostos monetários, contribuições previdenciárias, custos de resgaste de títulos e outras taxas e dispêndios relacionados à transação.  Esses fundos incluem US$ 500 milhões a US$ 600 milhões de gasto que a empresa considera necessário para eliminar custos irrecuperáveis, bem como investimentos para reposicionar a empresa após a separação dos negócios.

 

Alterações organizacionais

No dia 1º de julho de 2018, Brian Peccarelli e Neil Masterson se tornaram Chief Operating Officers em conjunto. O sr. Peccarelli está supervisionando as operações voltadas ao cliente, incluindo Legal Professionals, Tax Professionals e Corporates, além de impulsionar as vendas. Sr. Masterson está supervisionando Operations & Enablement com a responsabilidade de gerenciar operações comerciais e tecnológicas, incluindo as relacionadas a capacidades de venda, experiência do cliente digital e desenvolvimento de produto e conteúdo.

A empresa também anunciou a transição de uma estrutura centrada em produto para uma estrutura centrada no cliente. A nova estrutura visa mover a tomada de decisões para mais perto do cliente e permitir atender melhor aos clientes com seu conjunto completo de ofertas.  A empresa espera começar a divulgar relatórios com a nova estrutura organizacional a partir dos resultados do quarto trimestre de 2018.

 

Perspectiva comercial de 2018 (a moeda constante)

A Thomson Reuters reafirmou sua perspectiva para 2018 divulgada no dia 11 de maio de 2018.

A perspectiva de 2018 da empresa leva em conta taxas constantes de moeda em comparação a 2017 e não inclui o impacto de aquisições ou alienações que possam vir a ocorrer, exceto a transação da F&R planejada. A F&R é considerada uma operação encerrada para o ano completo de 2018 e está excluída da perspectiva de 2018 da empresa.

Para o ano completo de 2018, a empresa espera:

  • Crescimento de receita de um dígito baixo (exclui eventuais pagamentos, em 2018, da F&R à Reuters News após a finalização da transação)
  • EBITDA ajustado deve ficar entre US$ 1,2 bilhão e US$ 1,3 bilhão (incluindo os custos mencionados abaixo)
  • Custos corporativos totais entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões (incluindo custos independentes e investimentos para reposicionar a empresa após a separação dos negócios)
  • Depreciação e amortização de software de computador entre US$ 500 milhões e US$ 525 milhões
  • Despesas de capital de aproximadamente 10% das receitas
  • Taxa fiscal efetiva sobre ganhos ajustados entre 14% e 16%

As informações desta seção se referem a perspectivas futuras e devem ser lidas em conjunto com a seção abaixo, intitulada "Observação especial sobre declarações prospectivas, suposições relevantes e riscos relevantes".

 

MEDIDAS FINANCEIRAS QUE NÃO SÃO DAS IFRS

A Thomson Reuters prepara seus informes financeiros de acordo com as Normas internacionais de relatórios financeiros (IFRS), publicadas pelo International Accounting Standards Board (IASB).

Este comunicado à imprensa inclui algumas medidas financeiras que não fazem parte das IFRS, como EBITDA ajustado e a margem relacionada (exceto no nível de unidade de negócios ou de segmento), fluxo de caixa livre, EPS ajustado e determinadas medidas que excluem o impacto de moeda estrangeira. A Thomson Reuters usa essas medidas financeiras que não fazem parte das IFRS como indicadores complementares do desempenho operacional e da posição financeira. Essas medidas não possuem significados padronizados prescritos pelas IFRS e, portanto, podem não ser comparáveis ao cálculo de medidas semelhantes usadas por outras empresas, não devendo, portanto, ser vistas como alternativas às medidas de desempenho financeiro calculadas de acordo com as IFRS. Medidas financeiras que não são das IFRS são definidas e reconciliadas com as medidas IFRS mais comparáveis nas tabelas em anexo. O termo "orgânico" se refere aos negócios atuais da Thomson Reuters antes do impacto de aquisições, alienações e IFRS 15.

A perspectiva comercial da empresa contém várias medidas financeiras que não fazem parte das IFRS. Apenas para fins de perspectiva, a empresa não é capaz de reconciliar tais medidas com as medidas mais comparáveis das IFRS, pois não pode prever, com certeza razoável, o impacto em 2018 das mudanças nas taxas de moeda estrangeira que afetam (i) a conversão dos resultados registrados às taxas de moeda estrangeira médias do ano e (ii) outros lucros ou despesas financeiros relacionados a contratos de moeda estrangeira e a acordos financeiros dentro da empresa. Além disso, a empresa não é capaz de prever razoavelmente a ocorrência ou valor de outros ganhos e perdas operacionais, geralmente advindos de transações comerciais que a mesma não antecipou.

OBSERVAÇÃO ESPECIAL SOBRE DECLARAÇÕES PROSPECTIVAS, SUPOSIÇÕES RELEVANTES E RISCOS RELEVANTES

Algumas declarações neste comunicado à imprensa são prospectivas, incluindo, entre outras, declarações na seção "Perspectiva comercial de 2018 (a moeda constante)", comentários do Sr. Smith, declarações referentes ao período estimado da finalização da transação da Financial & Risk, a maneira como a empresa planeja usar os lucros da transação da F&R, e a estimativa da margem de EBITDA ajustado do ano completo de Tax & Accounting. Portanto, declarações prospectivas estão sujeitas a diversos riscos e incertezas que poderiam fazer com que os resultados ou eventos reais sejam significativamente diferentes das expectativas atuais. Não há garantia alguma de que uma transação envolvendo todo ou parte do negócio F&R será finalizada, ou de que os eventos descritos em qualquer outra declaração prospectiva se tornarão realidade. A perspectiva comercial é incluída a fim de apresentar informações sobre as expectativas atuais para 2018. Essas informações podem não ser apropriadas para outros propósitos. Alertamos o leitor a não dar confiança desmesurada em declarações prospectivas, que refletem apenas as expectativas na data deste comunicado à imprensa. Salvo exigência da lei vigente, a Thomson Reuters se isenta de qualquer obrigação de atualizar ou revisar declarações prospectivas.

A perspectiva comercial de 2018 da empresa é baseada em várias suposições externas e internas. As suposições econômicas e mercadológicas incluem, entre outras, o crescimento do PIB na maioria dos países onde a Thomson Reuters atua, a continuação do aumento na demanda por informações de alta qualidade e por soluções de fluxo de trabalho, e a continuação da necessidade de produtos e serviços confiáveis que ajudem os clientes a entenderem os ambientes geopolítico, econômico e regulatório. As suposições financeiras e operacionais internas incluem, entre outras, o sucesso na execução de iniciativas de vendas, os programas de lançamentos de produtos em andamento, nossa estratégia de globalização, e outras iniciativas de crescimento e de eficiência.

Alguns dos fatores de risco relevantes que poderiam fazer com que os resultados ou os eventos reais fossem significativamente diferentes daqueles que são expressos ou deixados implícitos pelas declarações prospectivas deste comunicado à imprensa incluem, entre outros: mudanças na economia em geral; ações de concorrentes; incapacidade de desenvolver novos produtos, serviços, aplicações e funcionalidades para atender às necessidades dos clientes, atrair clientes novos e reter os antigos ou expandir para novos mercados geográficos e identificar áreas de maior crescimento; acesso a dados fraudulentos ou não autorizados ou outra forma de invasão de cibersegurança ou de privacidade; falhas ou interrupções em telecomunicações, datacenters, sistemas de rede ou na Internet; aumento do acesso a fontes de informações gratuitas ou relativamente baratas; incapacidade de superar os desafios relacionados à atuação global; incapacidade de manter uma alta taxa de renovação em serviços de assinatura recorrente; dependência de dados, informações e outros serviços de terceiros; alterações em leis e regulamentos; questões fiscais, incluindo alterações na legislação, regulações e tratados fiscais; flutuações nas taxas de moeda estrangeira e nas taxas de juros; incapacidade de se adaptar a alterações organizacionais e de implementar de forma efetiva iniciativas estratégicas; incapacidade de atrair, motivar e reter administradores e funcionários de alta qualidade; incapacidade de proteger as marcas e a reputação da Thomson Reuters; proteção inadequada de direitos de propriedade intelectual; ameaça de processos judiciais e indenizações; rebaixamento da nota de crédito e condições adversas nos mercados de crédito; incapacidade de aproveitar totalmente os benefícios esperados de aquisições, joint ventures, investimentos ou alienações atuais ou futuros; o efeito de fatores fora do controle da Thomson Reuters no financiamento de obrigações em relação a acordos de pensão e benefícios de aposentadoria, risco de indenizações ou investigações antitruste ou relacionados à concorrência; perda de boa-fé e outros ativos intangíveis identificáveis; ações ou ações em potencial que poderiam ser realizadas pela principal acionista da empresa, The Woodbridge Company Limited; incapacidade de finalizar a transação proposta da Financial & Risk; dificuldades em separar a Financial & Risk da empresa; e incapacidade de aproveitar os benefícios da parceria estratégica com a Financial & Risk. Esses e outros fatores são discutidos em materiais que a Thomson Reuters, de tempos em tempos, apresenta às autoridades regulatórias de valores mobiliários do Canadá e à Securities and Exchange Commission dos EUA. Os relatórios anuais e trimestrais da Thomson Reuters também estão disponíveis na seção "Relações com investidores" de www.thomsonreuters.com.

Contatos para a imprensa

Felipe Mazorca / Felipe Carlos / Cintia Ferraz / Flavia Galembeck

+55 11 4873-7900
thomson.reuters@idealhks.com

Materias Relacionadas

A Thomson Reuters (TSX/NYSE: TRI) divulgou hoje os resultados para o segundo trimestre findo em 30 de junho de 2017. Com base nos resultados do primeiro semestre, a empresa aumentou suas projeções para o exercício de 2017 em várias métricas, conforme mostrado na página 5.

Thomson Reuters oferece o conhecimento, a tecnologia e os especialistas de que você precisa para encontrar respostas confiáveis.