Na batalha das redes virtuais, quem protege os seus dados é rei

A realidade atual das organizações e instituições envolve o gerenciamento de grandes volumes de dados, sejam próprios, de clientes, parceiros, etc. Essa perspectiva é apenas o prelúdio do advento da Revolução Digital, que ocasiona disruptura em diversos setores da economia mundial. Contudo, armazenar e, hoje, transformar esses dados em insights de produtividade para aqueles que se destacam em seus mercados querer um esforço fundamental, que hoje é a maior preocupação global: a cyber segurança.

Contextualizando, o Brasil é o país com o ambiente cibernético mais perigoso da Américas Latina, e quarto no mundo que mais sofre ataques em seus servidores. Apenas nos oito primeiros meses de 2017, o Brasil recebeu mais de 670 mil ataques de malware, dados divulgados durante a 7ª Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança da Kaspersky Lab. Ainda, em 2016, 42,4 milhões de pessoas foram impactadas por brechas de segurança na rede no Brasil, totalizando um prejuízo de US$ 10,3 bilhões — R$ 32,1 bilhões, segundo a Norton Cyber Security Insights.

O caso mais icônico de 2017 foi o pânico global causado pelo vírus “Wanna Cry”, reconhecido por “apreender” os dados dos dispositivos infectados e requerer um pagamento para tê-los de volta, que se espalhou por sistemas de grandes corporações, hospitais, instituições financeiras, entre outras, ao redor do planeta. No total, mais de 230 mil sistemas sofreram com os impactos desse malware, causando um verdadeiro pandemônio por meio das conexões silenciosas da rede mundial de computadores.

No cenário onde a tecnologia é indispensável para a efetividade de novos negócios e para aumentar a efetividade operacional das organizações, a fim de serem mais estratégicas, encontrar parceiros com a infraestrutura de segurança e proteção de dados capaz de combater os riscos cibernéticos globais com rapidez é a principal missão dessas instituições, na busca por certificações de qualidade e aprovações em auditorias cada vez mais constantes.

Vemos, também no mercado jurídico, uma grande preocupação por parte de corporações e, também, de seus fornecedores, quanto à segurança e a confiabilidade de suas plataformas de gestão e operação jurídica. Hoje, não se depende apenas do diretor jurídico ou sócio do escritório de advocacia para se contratar um sistema. As áreas de TI são cada vez mais envolvidas nesses processos, executando testes recorrentes e controles rígidos de segurança, tornando-se parceiros estratégicos para garantir a confiabilidade das plataformas. Acompanhando essa tendência e o avanço tecnológico, novas categorias de fornecedores de serviços jurídicos, os ALSP (sigla em inglês para Alternative Legal Service Providers) combinam soluções para a prática estratégica do Direito e a segurança das informações, embutidas na plataforma em si. 

Para 2018, o mundo se prepara para combater as guerras cibernéticas. A União Europeia se prepara a Lei Europeia de Proteção de Dados Pessoais, que estipula corretivos mais duros para esses tipos de ataques, além de outras regulamentações que já estão movimentando discussões em diversos níveis organizacionais ao redor do mundo. A mensagem que fica é: nunca foi tão necessária a preocupação com a segurança da informação e esse é o momento oportuno para que organizações possam firmar suas parcerias com parceiros estratégicos no combate aos ataques cibernéticos frequentes.

 

 

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