Estamos a alguns meses do final da década e investir em tecnologia na gestão de escritórios de advocacia não é mais questão de “se”, nem de “quando” – mas de “como”. O fato de existir a necessidade de ter um mindset digital nos escritórios evidencia isso. Por isso, ser um advogado online é só um dos sintomas da digitalização, que transforma todo o mundo.

Seja pela rede social, pelo site ou pelo cadastro em fóruns profissionais na web, a marca do escritório precisa ficar evidente e estar voltada para a área de especialização. Observe, portanto, que estão mais em evidência os nomes destacados pelos sites de pesquisa.

Por tudo isso, ter iniciativas como a prática do marketing digital deixou de ser uma das tendências jurídicas para se tornar tarefa básica do escritório de advocacia. Do mesmo modo, a adoção da Inteligência Artificial, da computação em nuvem – Seis motivos para voce migrar o seu escritorio para a nuvem – dos algoritmos preditivos e até da jurimetria, além de outras tecnologias de vanguarda, têm ajudado a diferenciar esse momento de virada.

A grande mudança que leva ao Futuro do Direito e ao Direito 2.0 não é mais uma incógnita. Está bem desenhada, embora seja incerto traçar com precisão qualquer afirmação categórica sobre o cenário. O que se sabe é que haverá momentos disruptivos, de mudança profunda nas práticas jurídicas, que são inevitáveis e, em certa medida, geram impactos que ainda são difíceis de prever.

Mas os elementos de mudança estão à mesa. Então, saiba quais são as transformações necessárias para acompanhar o ritmo e tomar a liderança na chegada do Direito 2.0. Não é mais uma questão de escolha realizar essa mudança.

Confira alguns insights sobre o assunto a seguir.

 

Transformações promovidas pelo Direito 2.0

Reconhecer os pilares formadores do Direito 2.0 ficou mais fácil neste ponto de virada para uma nova década. Já é possível falar sobre eles com um certo aprendizado e não mais como tendências jurídicas distantes de se consolidarem.

Confira também um post complementar a esse assunto: as 5 tendências que o advogado do futuro precisa conhecer ainda hoje.

O futuro do direito já é definido por algumas mudanças contundentes na rotina de gestão do escritório e de todo o cenário que a envolve. Saber reconhecê-las é fundamental para descobrir e distinguir quem tem acompanhado as mudanças. Eis aqui alguns sinais das transformações produzidas e consolidadas no Direito 2.0:

 

● Mobilidade: smartphone, tablets, notebooks e híbridos desses dispositivos transformam qualquer lugar na mesa de trabalho do advogado online, sempre que necessário;

● Automação: os textos jurídicos podem ser pré-formatados, a pesquisa à legislação responde em microssegundos;

● Analytics: na área jurídica, esse termo ganhou uma nova forma, a da jurimetria, já que é possível mensurar resultados desde as finanças até a produtividade;

● Digitalização: os documentos e toda a escrita jurídica estão no mundo digital e são poucos aqueles mantidos e armazenados apenas em sua forma física;

● Integração: cada vez mais, os estados brasileiros têm passado a integrar sistemas de dados e inteligência, colocando mais pressão sobre escritórios e departamentos jurídicos e fazendo com que a integração entre setores também se intensifique;

● Inteligência: agora a capacidade de intelecção humana cada vez mais se associa à de processamento das máquinas.

 

Tantas mudanças aumentam a exposição a riscos e o impacto do dano causado por eles. Com essas mudanças, um antigo termo passa a ganhar ainda mais relevância para escritórios de advocacia, departamentos jurídicos e para o Futuro do Direito como um todo. Essa palavra é Compliance.

 

Compliance como você nunca viu

O termo Compliance faz parte de um vocabulário que começou a ser compreendido recentemente e que já vai se transformar no Direito 2.0. Na verdade, o termo é uma das portas de entrada do fenômeno de digitalização na área jurídica.

Sem essa palavra, cuidados necessários para se garantir processos que atendam normas, regras e legislações seriam apenas questão de escolha e não uma obrigação das instituições. As leis são complexas e é preciso desenhá-las para que sejam seguidas no dia a dia. Nas diretrizes de Compliance, esses traços se tornam claros.

A próxima década trará diferentes áreas de Compliance ao jurídico e à gestão de escritórios, como:

 

Segurança de dados: com a digitalização das informações processuais, há que se ter cuidado redobrado no resguardo de informações estratégicas e sigilosas. Os processos de Compliance nesta a área já vêm sendo amadurecidos, mas tendem a se sofistificar cada vez mais. Afinal de contas, o compromisso com a segurança dos dados processuais não pode ser quebrado pela ineficiência na gestão do escritório.

Transparência: uma folha opaca sobre a outra, formando pilhas e mais pilhas, não permite ter uma visão instantânea sobre o teor das matérias que elas guardam. Com a tecnologia, isso tende a mudar, rumo à maior transparência no encontro e compartilhamento dos dados jurídicos - tanto com o público leigo quanto com o especializado. O que exige regras claras e diferenciadas de uso, estipuladas com base na lógica de Compliance.

Tecnologias: ao pesquisar por soluções e ferramentas, é possível encontrar uma infinidade de ofertas. Mas como reconhecer aquelas que realmente estão comprometidas com todas as exigências que a operação de um escritório demanda? É preciso criar e refinar um processo de seleção, por exemplo. E isso é Compliance puro.

Houve uma época em que o mercado não tinha muitas opções. As informações estavam escritas em papéis e trancadas a sete chaves. Poucos recebiam acesso aos dados judiciários. Hoje, ficou mais fácil fazer tudo isso — com impactos positivos e negativos. Por isso, a palavra Compliance receberá ainda mais significados novos nesta década.

 

Eficiência do escritório e do judiciário

Não precisa ser um advogado experiente para saber que processos judiciais demoram a ter um desfecho. Esse é o maior dos sensos comuns. Mas é preciso imaginar, agora, que o futuro do Direito será marcado pela Inteligência Artificial.

Os dispositivos de IA talvez não se tornem nunca tão aptos ao julgamento quanto os seres humanos. Mas eles facilitarão todas as tarefas-base da formação de vereditos e defesas. Afinal de contas, o embasamento jurídico exige um cruzamento de dados que traz bastante complexidade à mesa do advogado.

Chegar a uma síntese já é complicado, mas fica ainda muito mais penoso quando é preciso buscar referência de múltiplas fontes para compor os argumentos. Aquele artigo que faria uma grande diferença corre o risco de não ser incluído. Quase todos os escritórios já tiveram que lidar com a palavra não escrita na hora certa.

Aliás, quem mede o peso das palavras no Direito 2.0 é o advogado online ou digital. Isso porque a transformação tecnológica muda também o papel de todos os juristas, principalmente nessa década de transição. Até que um dia a mudança esteja completa e o advogado online passe a ser apenas o advogado.

Tudo isso porque a Inteligência Artificial lida melhor com o Big Data — as informações massivas formadoras de um mundo digitalizado — do que os humanos. É habitat natural dos seres digitais esse universo em código, que espelha toda a produção humana, inclusive a criação de leis e regras nacionais, internacionais, regionais e locais, que podem estar todas implicadas em um único processo simultaneamente.

 

O robô entrega a pesquisa refinada. O advogado decide.

 

Além de tudo isso, o judiciário, muito lembrado pelas pilhas infinitas de documentos, ganhará formas de controle e acompanhamento mais eficazes. Ou seja, também se tornará mais transparente e eficiente para todos que dele participam.

 

Por onde começar a ser 2.0 no Direito

Quem ainda não encarou de frente a transformação digital, pode não ter perdido totalmente o timing, mas está sobre pressão de adequação para acompanhar o mercado.

Então, por onde começar?

Simples: pela escolha de uma ferramenta de gestão do escritório que possibilite o desenvolvimento de Compliance e o uso estratégico da tecnologia em todas as tarefas. Legal One é a plataforma que reúne tecnologia, expertise humana e informações confiáveis para uma prática #SemPrecedentes.

 

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